Os Destaques do Billboard Music Awards 2016

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Neste domingo aconteceu a premiação da revista Billboard, que tem mais shows do que entrega de prêmios, então vamos aos destaques da noite:

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Artista da Semana: P!nk (Parte 5)

No dia 18 de setembro de 2012, Pink lançou o seu mais recente álbum The Truth About Love, muito bem avaliado pela crítica, com “Blow Me (One Last Kiss)” de 1º single. O álbum traz participaçao de Lily Rose Cooper (Lily Allen) na canção “True Love”, Eminem empresta um rap em “Here Comes The Weekend” e o vocalista da banda fun. faz um dueto belíssimo com Pink em “Just Give Me A Reason”. Com esse álbum Pink definitivamente prova que não faz parte do grupo de cantoras que fazem pop descartável (se é que alguém ainda tem essa imagem dela), e defende o pop de qualidade. O segundo single será a música “Try”:

 

Pink já anunciou as datas do The Truth Abou Love Tour, e por enqunato só tem estados Unidos, Canadá e Austrália confirmados no roteiro, mas é óbvio que nopvas datas e países serão adicionados. Eu acho que já passou da hora de Pink vir conhecer os fãs brasileiros. Será que vem?

Artista da semana: P!nk (Parte 4)

Foi durante a crise no casamento que Pink produziu e lançou Funhouse, seu quinto disco de estúdio, em 2008. A maioria das músicas falam sobre esse período de brigas entre Carey e Pink, com letras profundas, ás vezes dizendo que não precisa mais do ex, e outras pedindo para que ele não a abandonasse. O single carro chefe do álbum foi “So What”, com um clipe divertido e irônico e presença de Carey Hart, que topou participar mesmo sabendo que a música fala mal dele. “So What” foi o primeiro single da Pink (solo) a chegar ao 1º lugar do Hot100 da Billboard. Do cd ainda saíram “Sober”, “Please Don’t Leave Me”, “Funhouse” e “I Don’t Believe You”.


Em 2010 Pink tinha muitos motivos pra comemorar: Funhouse foi um sucesso, crise no casório superada e Pink estava grávida. Em clima de festa foi lançado o Greatest Hits…So Far!!! marcando os 10 anos de carreira e reunindo todos os hits desde 2000. Pra comemorar mais um pouco, o single “Raise Your Glass” chegou ao 1º lugar do Hot100, enquanto “Fucking Perfect” ficou em 2º.


Depois do Greatest Hits, Pink deu uma pausa para descansar e curtir o nascimento da pequena Willow. E aí chegamos em 2012 para descobrir “a verdade sobre o amor”.

Artista da semana: P!nk (Parte 3)

O quarto cd, I’m Not Dead, lançado em 2006, teve como lead single a música “Stupid Girls”, sobre meninas fúteis e sem grandes aspirações na vida, que fazem de tudo para aparecer, dando uma cutucada em celebridades como Lindsay Lohan e Paris Hilton, um gênero de celebridades que Pink sempre se orgulhou de não fazer parte. “Who Knew” foi o grande hit desse álbum, seguido pela divertida “U+Ur Hand”.

 

Foi com I’m Not Dead que Pink se tornou a rainha dos australianos. Esse álbum foi 10 vezes disco de platina e ficou 62 semanas no top 10 de lá. Durante a tour do cd ela vendeu aproximadamente 307.000 ingressos, só na Austrália, dando o recorde de maior público em show de arena de uma artista feminina.
Mas enquanto as coisas iam bem no profissional, no pessoal Pink estava passando por uma período meio dark com a crise no seu casamento, e isso é o que veremos com o lançamento de Funhouse.

Pink e o piloto de motocross Carey Hart se conheceram nos X Games 2001, na Philadelphia. Em 2005, durante a corrida de Mammoth Lakes do qual Carey estava participando, Pink, que estava assistindo, o pediu em casamento segurando uma placa com a frase “Will you marry me?”. Eles se casaram na Costa Rica em Janeiro de 2006, porém em 2008 anunciaram a separação. Na mesma época Pink estava trabalhando em seu quinto cd, Funhouse. Os dois se reconciliaram em 2010 e em 2 de junho de 2011 nasceu a primeira filha do casal, Willow Sage Hart.

Artista da semana: P!nk (Parte 2)

Missundaztood (2001) foi o primeiro cd que mostrou Pink como nós a conhecemos hoje. Muito mais pessoal que seu debut e produzido em grande parte por Linda Perry, misturava pop e rock com letras sobre festa e girl power e letras melancólicas, de amor, família, sonhos e decepções. “Get The Party Started” era o single que apresentava o cd, “Don’t Let Me Get Me” fez sucesso com todos os adolescentes que já quiseram ser outra pessoa na vida e a belíssima “Just Like A Pill” garantiu o posto de primeiro grande sucesso da Pink.


Desse cd também saiu a linda “Family Portrait”, que fala um pouco dos sentimentos da Pink em relação ao divórcio dos pais e como isso afetou sua infância.

 

Try This de 2003 não fez muito sucesso nos Estados Unidos, mas foi bem recebido na Europa e Austrália, rendendo uma turnê nessa região, registrada no DVD “Pink: Live in Europe”. O single “Trouble” garantiu a Pink seu segundo Grammy, (por Best Female Rock Vocal Performance) e o clipe têm participação do até então desconhecido ator Jeremy Renner.

Artista da semana: P!nk!

Aproveitando o lançamento oficial de The Truth About Love, nosso artista da semana no blog é a cantora P!nk, ou Alecia Beth Moore para os familiares. Nascida na Pennsylvania em 8 de setembro de 1979, desde adolescente se envolveu com música e fazia pequenos shows em clubs na Philadelphia. Muita gente não sabe que antes de ser artista solo, Pink foi integrante de um grupo chamado Choice e foi assim que ela conseguiu ser contratada por L.A. Reid (sim, o mesmo do X Factor). Foi ele inclusive que persuadiu Pink a seguir carreira solo.

Seu primeiro cd, Can’t Take Me Home é beeem diferente do som que estamos acostumados a ouvir da Pink. Ele é bastante influenciado pelo RnB, que era o ritmo modinha no início dos anos 2000. Mas mesmo fazendo um som mais genérico, Pink já esbanjava atitude, o que a diferenciava das cantoras da época. Ao mesmo tempo, é visível que não era muito o que Pink queria fazer como artista, tanto que ela nunca mais lançou nada parecido.

 

Com Can’t Take Me Home, Pink ganhou atenção do público americano e europeu, mas foi com o hit abaixo que ela se tornou uma estrela a nível mundial:

 

O que era pra ser apenas uma colaboração entre 4 cantoras para a trilha sonora de Moulin Rouge acabou se tornando um fenômeno. Lady Marmalade vendeu zilhões de cópias, foi primeiro lugar da Billboard e tocou em tudo quanto foi rádio, sendo o single com maor execução em rádio da história. Foi com essa música que Pink se tornou conhecida no Brasil e passou a ter mais visibilidade, o que deu oportunidade para que ela se renovasse.

E a fase da Pink pós sucesso de Lady Marmalade é o que veremos na segunda parte desse especial.

Estréia: Pink Lança “Blow Me (One Last Kiss)”

A cantora Pink voltou da licença maternidade pronta para continuar relevante no mundo pop em 2012. O single “Blow Me (One Last Kiss)” foi lançado dia 3 de julho e conseguiu subir do 58º para o 9º lugar na Billboard, isso antes do clipe ser lançado. Achei que o clipe não deu o gás que a música pede, é em preto e branco, meio paradinho, tem um clima noir francês e mostra a história de Pink com problemas no relacionamento.

 

O cd The Truth About Love está previsto para ser lançado dia 24 de setembro. A maior surpresa é o dueto de Pink e Lily Allen, que já foi confirmado. O track list do cd foi anunciado, mas ainda não informaram qual das músicas tem participação de Lily.


1. Are We All We Are

2. Blow Me (One Last Kiss)

3. Try

4. Just Give Me a Reason

5. True Love

6. How Come You’re Not Here

7. Slut Like You

8. The Truth About Love

9. Beam Me Up

10. Walk of Shame

11. Here Comes the Weekend

12. Where Did the Beat Go?

13. The Great Escape

Caiu na rede também o b-side de “Blow Me (One Last Kiss)”. A música se chama “The King is Dead But The Queen Is Alive”.

 

Girl Power!!!

Em comemoração ao dia internacional da mulher, selecionamos alguns clipes de Girl Power e muita atitude feminina.

 

Who run this motha’?

 

Never can, never will, can’t hold us down!

 

I don’t want to be a stupid girl.

 

R-E-S-P-E-C-T, find out what it means to me.

 

Think I wanna drive your Benz, I don’t. If I wanna floss, i’ve got my own.

 

Swing it, shake it, move it, make it, who do you think you are?

 

Come on girls! Do you believe in love? Cuz’ I’ve got something to say about it… and it goes something like this: